quinta-feira, 20 de agosto de 2009

54ª sessão: Crise moral promovida pelo Senado

“O vereador é um agente público e não pode ser furtar a dar seu posicionamento quando o país vive uma crise moral e de identidade muito forte, promovida pelo Senado Federal”. Foi com essa frase que o vereador Fábio Fiedler (DEM) iniciou seu pronunciamento nesta quinta-feira (20). Ele reproduziu trechos da coluna de Moacir Pereira, publicada hoje no Jornal de Santa Catarina, pois acredita que não existe um político sério que não fique acanhado com o que acontece hoje em Brasília.

PIZZA
Para o vereador, Palácio do Planalto e o PT esqueceram, novamente, o discurso da ética na política. “A crise do Senado terminou numa gigantesca pizza, idealizada e cozida no palácio. É a pizza da impunidade que enterra as graves denúncias contra o senador José Sarney. Com o voto decisivo da senadora Ideli Salvatti e de dois petistas, sepultaram de novo a retórica da ética na política, a principal bandeira de seu passado glorioso”, afirmou. Reafirmando que os agentes públicos sentem-se envergonhados com o que é patrocinado pelo Governo Federal em Brasília, Fiedler avaliou que, mais do que sepultar a ética e a moral, o Senado escreveu uma página de vergonha para todos os homens públicos de bem que pretendem trabalhar por sua cidade, estado e país.

ESGOTO
Em outro momento, o parlamentar democrata criticou a postura da deputada estadual Ana Paula Lima, ao enviar e-mail sob o título “contra a privatização do esgoto”. Para Fiedler, os parlamentares petistas não se cansam de em tentar iludir a população, falando que o que está acontecendo aqui é a privatização do esgoto, o que é a falta de verdade. O que existe é a concessão de algo que não existe para investimento privado, para que a cidade tenha o lucro do saneamento básico, da saúde publica melhorada de investimentos que nunca foram feitos na cidade de Blumenau. “Temos que nos focar nos benefícios que a cidade vai ganhar a partir do momento que for concretizada esta parceria público/privada, a modalidade mais moderna de trabalho entre o poder público e o setor privado”, completou.
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